A Colômbia elegeu Abelardo de la Espriella, candidato ultradireita, em meio a uma onda conservadora na região. A vitória ocorreu neste domingo, com apuração preliminar indicando vantagem sobre adversários. A posse está prevista para julho, quando Espriella assume em Bogotá.
Com a eleição colombiana, fica explícita a consolidação de um bloco de direita nos Andes, que também envolve Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Chile e Argentina. Um conjunto que já governa a região, segundo a leitura de analistas.
Líderes de direita na região celebraram rapidamente o resultado. Milei, Noboa e Kast destacaram avanços da agenda liberal e de ordem pública, enquanto Keiko Fujimori sinalizou novos ventos na América Latina. Flávio Bolsonaro manifestou apoio aos movimentos vizinhos.
No Brasil, a vitória ainda é incerta para as eleições de outubro. Flávio Bolsonaro afirmou que as agendas de direita dominam a região, difundindo a percepção de mudança para o bloco conservador. Ele manteve contatos com Espriella durante a campanha colombiana.
A ampla repercussão também alcançou a Casa Branca, onde autoridades destacaram o papel da América Latina na geopolítica regional. A relação entre EUA e Colômbia deve ganhar novo dinamismo com a posse de Espriella, segundo analistas.
A apuração oficial ainda deve confirmar o resultado final. O ambiente internacional acompanha o desfecho, já que a Colômbia é parceira estratégica dos EUA em áreas de segurança e combate ao crime. O episódio marca um momento de transformações políticas na região.
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