Google’s YouTube chegou a um acordo em um caso de dependência de redes sociais movido por uma adolescente na Flórida, no âmbito de ações que desafiam plataformas por supostamente alimentarem crises de saúde mental entre jovens.
A jovem, identificada apenas pelas iniciais R.K.C. em documentos judiciais, alegou que YouTube e outras empresas de mídia social tornaram seus produtos viciantes. O acordo foi divulgado pela assessoria de imprensa da Google.
Segundo Google, o caso foi resolvido de forma amigável e a empresa continua focada em produtos adequados à idade e em controles parentais que cumpram essa promessa.
R.K.C. também processa a Meta ( Instagram ), TikTok e Snap Inc. A ação está marcada para começar em 27 de julho, segundo informações públicas.
O caso de R.K.C. deverá se somar a uma decisão anterior, de uma mulher da Califórnia, identificada como K.G.M., que obteve veredicto de 6 milhões de dólares contra YouTube e Meta neste ano.
Snap e TikTok chegaram a um acordo com K.G.M. antes do início do julgamento, segundo relatos judiciais.
Os advogados de R.K.C., John Morgan e Emily Jeffcott, afirmaram que, segundo o julgamento anterior, as plataformas sinalizaram há anos estratégias para prender a atenção de crianças e ampliar o uso.
Eles destacaram recursos como autoplay e rolagem infinita, que, segundo afirmaram, visam lucro às custas da saúde mental dos jovens.
A Google informou à BBC que tem desenvolvido o YouTube com responsabilidade há mais de uma década, buscando oferecer experiências online mais seguras para famílias e jovens.
Entre na conversa da comunidade