O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o chefe da Otan, Mark Rutte, na Casa Branca. O encontro, marcado por elogios da aliança e tentativas de reduzir tensões, ocorreu a duas semanas da cúpula da organização em Ancara, Turquia, programada para 7 e 8 de julho.
Rutte descreveu Trump como líder do mundo livre e afirmou que houve objeções pontuais entre aliados em relação à guerra. O relato cita que até cinco mil aeronaves norte-americanas decolaram de bases europeias para operações no Oriente Médio desde o início do conflito com o Irã, em fevereiro.
Segundo o relato, Trump disse não precisar de ajuda para a guerra, mas buscava lealdade dos parceiros. O chefe da Otan também justificou ataques ao Irã, afirmando que Teerã estaria muito perto de obter uma arma nuclear.
Contexto da reunião
A reunião na Casa Branca ocorre em meio a desentendimentos entre Trump e aliados da Otan sobre apoio estratégico na guerra contra o Irã. A cúpula de Ancara está prevista para ocorrer nos dias 7 e 8 de julho, com foco em alinhamento de políticas entre os membros.
A reunião também aborda a função da Europa como plataforma de projeção de poder para os Estados Unidos, conforme apontado por Rutte. A Otan busca esclarecer a posição comum diante de ações militares no Oriente Médio e as recentes críticas de Trump a alguns parceiros.
Trump ressaltou que não buscava ajuda para o conflito, mas enfatizou a importância da unidade entre os aliados. Rutte reiterou o papel da Europa como elemento crucial de coordenação estratégica para os Estados Unidos.
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