Os Estados Unidos anunciaram ter realizado um ataque na Síria, matando um dos líderes do Estado Islâmico. A operação ocorreu na semana passada e foi divulgada nesta quarta-feira pelas Forças Armadas norte-americanas. O alvo foi identificado como Ali Husayn al-‘Ulaywi, localizado no noroeste da Síria.
Segundo o comunicado, a ofensiva integra esforços dos EUA para defender parceiros na região e continuar interrompendo atividades do grupo. A missão é apresentada como parte da estratégia de combater terroristas que atuam fora dos Estados Unidos.
Contexto regional
O Estado Islâmico, apesar de enfraquecido, mantém células ativas na Síria. O grupo é apresentado como rival do governo sírio, formado por grupos rebeldes que derrubaram Bashar al-Assad em 2024.
A divulgação também liga a operação ao apoio do governo americano a Ahmed Al-Sharaa, que passou a liderar o país após o golpe. Sharaa busca apresentar uma agenda moderada e a reconciliação nacional, em meio à devastação do conflito.
Evolução política
O líder sírio candidato a estabilizar o país recebeu elogios de Washington. O presidente norte-americano chegou a mencionar que Al-Sharaa realizou um trabalho relevante ao reorganizar o aparato estatal, conforme o governo dos EUA.
Em outra frente, uma proposta recente envolvendo Israel sinalizou uma transferência de responsabilidade na luta contra o Hezbollah, mas o governo israelense negou a possibilidade de mudança. As informações foram divulgadas por autoridades americanas.
Declarações oficiais
O Comando Central dos EUA reforçou que a operação permanece alinhada aos esforços para interromper e eliminar remanescentes do EI que possam atacar o território americano ou seus aliados. O almirante Brad Cooper, chefe do Centcom, reiterou o compromisso com a derrota duradoura do grupo.
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