O ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro, preso nos Estados Unidos, pediu união máxima na Venezuela após dois terremotos de grande magnitude. Os tremores, de 7,5 e 7,2, ocorreram na quarta-feira e deixaram mortos, feridos e danos materiais ainda sendo contabilizados.
Maduro afirmou, por meio de redes sociais, que ele e sua esposa, Cilia Flores, elevam orações pelas famílias afetadas e pelos atingidos. O líder chavista pediu apoio às forças de segurança, à defesa civil e às equipes de resgate.
A mensagem reforçou a necessidade de solidariedade, serenidade e ações de ajuda, proteção, compartilhamento e reconstrução. Maduro se descreveu como presidente constitucional da Venezuela e pediu que ninguém fique sozinho em meio à crise.
Contexto recente e próximos passos
No início de janeiro, uma operação militar dos EUA em Caracas resultou na captura de Maduro e de Cilia Flores para responder a acusações de narcoterrorismo. A próxima audiência no caso tramita em Nova York e está marcada para 22 de julho.
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