Dois sismos consecutivos, de magnitude 7,2 e 7,5, atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira, 24, causando destruição em Caracas e regiões próximas. Réplicas continuam a sacudir a capital na madrugada de quinta, 25. Equipes de emergência trabalham para localizar pessoas sob escombros.
A contagem de vítimas não está definida. A imprensa reporta ao menos 164 mortos e quase 1.000 feridos, mas previsões do USGS indicam possibilidade de milhares de mortes, com chance de superar 10 mil e chegar a até 100 mil.
Desaparecidos e danos
Delcy Rodríguez, presidente interina, informou que os números iniciais não incluíam o estado de La Guaira, o mais atingido, onde fica o aeroporto, que foi fechado. Um site de busca de desaparecidos já registra milhares de pessoas sem paradeiro.
Declarações oficiais e cooperação
Rodríguez enfatizou a gravidade da tragédia e pediu apoio às famílias. A expectativa era pela chegada de equipes de resgate estrangeiras. Lula da Silva afirmou que o Brasil pode contribuir com assistência, sem detalhar o tipo de ajuda.
Contexto geológico
Terremotos ocorrem com frequência na região, onde as placas do Caribe e Sul-Americana se encontram. Em 1812, um grande sismo devastou Mérida e Caracas, com dezenas de milhares de mortes, segundo o USGS.
Observações adicionais
A situação exige atualização constante de números oficiais e de militares e especialistas no terreno. Os próximos boletins devem trazer novas informações sobre vítimas, desabrigados e avanços das operações de resgate.
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