O terremoto duplo na Venezuela deixou ao menos 160 mortos e quase 1 mil feridos. Os tremores tiveram magnitudes de 7,2 e 7,5 e ocorreram na costa norte, em apenas 39 segundos de diferença, um fenômeno raro que ampliou a destruição. As causas estão ligadas a falhas geológicas ativas no limite das placas tectônicas.
O primeiro sismo, 7,2, ocorreu às 11h42 no horário local; o segundo, 7,5, às 12h21. A proximidade temporal dificultou as operações de resgate e intensificou os danos, principalmente em áreas populosas. Equipes trabalham para localizar vítimas e remover escombros.
Regiões mais atingidas incluem Caracas, La Guaira e Carabobo, segundo as autoridades. O estado de emergência persiste, com alerta máximo em várias zonas. A atuação de equipes de resgate segue concentrada na busca por sobreviventes.
Desdobramentos e resposta
Instituições geológicas internacionais monitoram a atividade sísmica da região e alertam para novos tremores potenciais. Autoridades venezuelanas reiteram a continuidade dos trabalhos de avaliação de danos e de apoio às famílias afetadas.
População permanece em estado de choque e busca informações oficiais. As equipes de resgate seguem em campo, enquanto órgãos de defesa civil coordenam abertamente os atendimentos emergenciais e os abrigos temporários.
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