Nesta sexta-feira (26), um novo terremoto de magnitude 4,8 atingiu a Venezuela, três dias após uma sequência sísmica que desencadeou o maior abalo recente. Equipes de resgate seguem trabalhando entre escombros, enquanto ainda não há conclusão sobre o número de vítimas.
Mais de 1.400 mortos foram registrados até o momento. Militares, policiais e médicos, segundo o governo, somam mais de 30 mil profissionais mobilizados para localizar sobreviventes e prestar assistência humanitária.
Analistas ressaltam que tremores secundários dificultam as operações. Moradores relatam falta de apoio estatal e denunciam lentidão no deslocamento de equipes. Sobreviventes foram resgatados após mais de 72 horas sob os escombros.
Impacto humano e logística
A Organização Internacional de Migração da ONU estima que mais de 6 milhões de pessoas possam ter sido afetadas pela tragédia. O país enfrenta crise econômica, o que complica a distribuição de abrigo, comida e remédios.
O governo venezuelano afirma ter enviado militares à região e distribuído mais de 2.600 toneladas de alimentos. Países vizinhos e organizações internacionais anunciaram ajuda, incluindo avaliações logísticas e apoio médico.
Apoio internacional e resposta
Os Estados Unidos comunicaram a liberação de uma pista do Aeroporto Internacional de Caracas para o fluxo de ajuda humanitária e o envio de hospitais móveis. Detalhes sobre prazos e vistorias não foram divulgados pela autoridade venezuelana.
Mortos confirmados, desaparecidos e desabrigados continuam a mudar conforme surgem novos desfechos de resgate. A cobertura segue, com atualizações conforme informações oficiais são confirmadas.
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