Em meio a uma onda de calor que atinge a França, autoridades de saúde do país informaram que ocorreram 1.000 mortes acima do esperado devido ao calor excessivo. A situação ocorre em um contexto europeu de temperaturas recordes.
A declaração sobre possíveis responsabilidades internacionais foi feita por Audrey Pulvar, vice-prefeita de Paris para relações internacionais, segundo o jornal The Telegraph. Ela criticou críticas de americanos nas redes sociais sobre a ausência de ar-condicionado em residências francesas.
Pulvar afirmou que os Estados Unidos, segundo ela, têm participação relevante no aquecimento global, por figurarem entre os maiores emissores de gases de efeito estufa. A mensagem foi publicada em tom direto nas redes.
A vice-prefeita pediu que autoridades nos EUA também adotem medidas para mitigar os impactos do aquecimento global, citando o papel de políticas climáticas na exacerbação de ondas de calor.
O governo francês e autoridades de saúde destacam que a onda de calor envolve pressão sobre hospitais, que operam próximo do limite de capacidade. O destaque é a necessidade de resposta rápida para evitar novas mortes.
Contexto internacional mostra temperaturas elevadas em várias regiões europeias, com impactos semelhantes em serviços de saúde e infraestrutura. Técnicos ressaltam a importância de ações de adaptação e redução de emissões.
Fonte: informações do The Telegraph, reportadas pela imprensa francesa, sobre declarações de Audrey Pulvar e o cenário de saúde pública na França durante a crise climática.
Entre na conversa da comunidade