Uma equipe de resgate da Virgínia, nos Estados Unidos, retirou com vida uma mãe e um bebê de nove meses dos escombros de um prédio que desabou na Venezuela. Os dois sofreram ferimentos leves e já estão em segurança. Não há informações sobre o tempo de soterramento.
As operações entraram no quinto dia e enfrentam cada vez mais dificuldades. O número de mortos já ultrapassa 1.450, conforme atualização de autoridades venezuelanas. Moradores relatam escassez de maquinário pesado para as operações.
Moradores atuam como voluntários, mas o acesso a locais remotos segue prejudicado pela falta de equipamentos adequados. Em La Guaira, região mais afetada, equipes de diferentes países trabalham para localizar sobreviventes.
Desdobramentos e ações internacionais
Imagens mostram a emoção de um homem resgatado por socorristas espanhóis. A vítima ficou quase três dias soterrada na área devastada de La Guaira. Operações de estabilização da estrutura seguiram durante a retirada.
Em outra operação em La Guaira, socorristas da Colômbia conseguiram contactar um menino de 11 anos soterrado. Foram enviados água e uma lanterna aos escombros, com orientações para facilitar o resgate.
Equipes brasileiras atuam junto a autoridades venezuelanas. Do Brasil, uma nova equipe de bombeiros embarcou no domingo (28) com 35 militares de São Paulo e Minas Gerais, para reforçar a atuação local. Além disso, cães farejadores, equipamentos médicos e insumos foram enviados para montar um hospital de campanha.
Apesar dos obstáculos logísticos, o governo brasileiro confirmou no sábado (27) o envio de um quarto voo humanitário à Venezuela. Em território venezuelano, ao menos duas pessoas já foram resgatadas com vida pelas equipes brasileiras.
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