As Forças Armadas de Israel iniciaram ataques direcionados no sul do Líbano nesta quarta-feira (5), em resposta a uma suposta “violação do Hezbollah”. A ofensiva ocorreu um dia após a mais <strong>recente rodada de negociações entre Israel e Líbano</strong>, realizada em Roma com mediação dos Estados Unidos.
As Forças Armadas de Israel iniciaram ataques direcionados no sul do Líbano nesta quarta-feira (5), em resposta a uma suposta “violação do Hezbollah”. A ofensiva ocorreu um dia após a mais recente rodada de negociações entre Israel e Líbano, realizada em Roma com mediação dos Estados Unidos.
Segundo o Ministério da Saúde libanês, um ataque israelense contra a cidade de Tibnin, no sul do país, deixou uma pessoa morta e outras 12 feridas.
Antes da ofensiva, o Exército israelense havia emitido um alerta de retirada para a vila de Mansouri, localizada a cerca de 25 quilômetros de Tibnin. Em comunicado, Israel afirmou que atuaria contra o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, na região.
Foi o primeiro alerta online emitido pelas Forças Armadas israelenses para o Líbano em mais de um mês. No fim de junho, Israel já havia lançado panfletos sobre Mansouri orientando moradores a deixar a área.
À época, um alto oficial militar libanês disse à Reuters que Israel havia incluído Mansouri em uma zona tampão autodeclarada no sul do Líbano. Mesmo assim, alguns agricultores libaneses continuavam acessando casas e plantações na região, apesar da presença de forças israelenses nas proximidades.
Israel e Líbano chegaram, em 26 de junho, a um acordo de segurança mediado pelos Estados Unidos para tentar reduzir as hostilidades na fronteira. Israel, porém, afirma que manterá uma zona de segurança no sul do Líbano para eliminar ameaças atribuídas ao Hezbollah.
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