O Nepal retomou neste sábado (29) as operações de busca e resgate após uma interrupção provocada pelo mau tempo, mas reconheceu que precisa de ajuda técnica estrangeira para enfrentar as consequências das enchentes que atingiram o país. Quase 3 mil pessoas continuam desaparecidas no Nepal e no Tibete.
O ministro das Relações Exteriores do Nepal, Shisir Khanal, reiterou declaração anterior de que o país não precisa de equipes estrangeiras para as buscas e resgates, mas solicitou assistência especializada em áreas nas quais não possui conhecimento técnico suficiente. Entre as necessidades estão o resgate de pessoas presas em túneis, a recuperação de sistemas de transporte e comunicação, a identificação de corpos e a realização de testes de DNA.
Enquanto as autoridades tentam ampliar a capacidade de resposta, 2.426 pessoas estão desaparecidas no Nepal e outras 554 no condado de Gyirong, no Tibete, totalizando cerca de 3 mil desaparecidos. Entre eles estão pelo menos 540 estrangeiros, muitos deles peregrinos hindus da Índia.
As condições das vítimas encontradas também dificultam a identificação. Algumas das pessoas mortas foram localizadas em estado avançado de decomposição. As autoridades informaram que serão coletadas amostras de DNA antes do sepultamento dos corpos.
O Nepal retomou neste sábado (29) as operações de busca e resgate após uma interrupção provocada pelo mau tempo, mas reconheceu que precisa de ajuda técnica estrangeira para enfrentar as consequências das enchentes que atingiram o país. Quase 3 mil pessoas continuam desaparecidas no Nepal e no Tibete.
O ministro das Relações Exteriores do Nepal, Shisir Khanal, reiterou declaração anterior de que o país não precisa de equipes estrangeiras para as buscas e resgates, mas solicitou assistência especializada em áreas nas quais não possui conhecimento técnico suficiente. Entre as necessidades estão o resgate de pessoas presas em túneis, a recuperação de sistemas de transporte e comunicação, a identificação de corpos e a realização de testes de DNA.
Enquanto as autoridades tentam ampliar a capacidade de resposta, 2.426 pessoas estão desaparecidas no Nepal e outras 554 no condado de Gyirong, no Tibete, totalizando cerca de 3 mil desaparecidos. Entre eles estão pelo menos 540 estrangeiros, muitos deles peregrinos hindus da Índia.
As condições das vítimas encontradas também dificultam a identificação. Algumas das pessoas mortas foram localizadas em estado avançado de decomposição. As autoridades informaram que serão coletadas amostras de DNA antes do sepultamento dos corpos.
Operações suspensas mais cedo
A operação havia sido suspensa temporariamente por causa da chuva e da neblina. Os trabalhos foram retomados depois de uma melhora no tempo, com helicópteros voltando a atuar nas regiões mais atingidas.
A Índia e a China já começaram a enviar especialistas. Uma equipe indiana especializada em túneis chegou ao Nepal neste sábado, enquanto a China enviou profissionais para apoiar as operações. A Índia também encaminhou três voos com cerca de 60 toneladas de alimentos, medicamentos e cobertores.
Além da busca pelos desaparecidos, o Nepal calcula o impacto financeiro da tragédia. O ministro das Finanças, Swarnim Wagle, estimou à agência de notícias Reuters que o país precisará de US$ 4 bilhões a US$ 5 bilhões para reconstruir as áreas destruídas, mas ressaltou que o valor ainda pode mudar conforme os danos sejam avaliados.
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