O Nepal recusou, por enquanto, a oferta de equipes estrangeiras para auxiliar nas operações de busca e resgate após as fortes enchentes que atingiram o país. Segundo o Ministério das Relações Exteriores nepalês, as próprias forças de segurança estão conduzindo os trabalhos. A tragédia deixou 579 pessoas mortos no Nepal e sete no Tibete, na China, além de 1.924 desaparecidos no Nepal e 558 no lado chinês.
As enchentes devastaram várias áreas, incluindo o distrito de Rasuwa, próximo à fronteira com a China. Localidades inteiras foram destruídas, projetos hidrelétricos foram danificados e cerca de 500 pessoas morreram. Centenas de estrangeiros também continuam desaparecidos.
Entre os desaparecidos estão cidadãos da Coreia do Sul. O país informou que enviou uma equipe de resposta ao Nepal e planeja encaminhar uma equipe especializada em socorro a desastres.
“A oferta de ajuda é natural. Nossas agências de segurança estão realizando a operação de busca e resgate. Por enquanto, não precisamos dessa ajuda”, afirmou Lok Bahadur Chhetri, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Nepal, nesta sexta-feira (28).
O Nepal recusou, por enquanto, a oferta de equipes estrangeiras para auxiliar nas operações de busca e resgate após as fortes enchentes que atingiram o país. Segundo o Ministério das Relações Exteriores nepalês, as próprias forças de segurança estão conduzindo os trabalhos. A tragédia deixou 579 pessoas mortos no Nepal e sete no Tibete, na China, além de 1.924 desaparecidos no Nepal e 558 no lado chinês.
As enchentes devastaram várias áreas, incluindo o distrito de Rasuwa, próximo à fronteira com a China. Localidades inteiras foram destruídas, projetos hidrelétricos foram danificados e cerca de 500 pessoas morreram. Centenas de estrangeiros também continuam desaparecidos.
Entre os desaparecidos estão cidadãos da Coreia do Sul. O país informou que enviou uma equipe de resposta ao Nepal e planeja encaminhar uma equipe especializada em socorro a desastres.
“A oferta de ajuda é natural. Nossas agências de segurança estão realizando a operação de busca e resgate. Por enquanto, não precisamos dessa ajuda“, afirmou Lok Bahadur Chhetri, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Nepal, nesta sexta-feira (28).
+ Resgates são retomados no Nepal após risco de nova inundação
Segundo o jornal The Kathmandu Post, Índia, China, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul, Sri Lanka e Bangladesh solicitaram autorização para enviar equipes de busca e resgate ao país. O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul reiterou que o Nepal indicou que, neste momento, não pretende aceitar equipes estrangeiras.
“A Coreia do Sul continuará a negociar com o Nepal sobre o assunto”, informou a pasta. Seul também anunciou US$ 1 milhão em assistência humanitária por meio de organizações internacionais.
Na quarta-feira (26), o Ministério das Relações Exteriores sul-coreano informou que nove cidadãos do país que trabalhavam em uma usina hidrelétrica estavam desaparecidos. Outros 10 estavam isolados devido aos efeitos das enchentes.
A recusa do Nepal em aceitar equipes estrangeiras de busca e resgate ocorre em meio à sensibilidade da região de Rasuwa, atingida pelas enchentes e localizada na fronteira com o Tibete chinês. O governo nepalês, porém, afirmou que a decisão não tem relação com a China.
+ Colapso de geleira pode ter causado enchente mortal no Nepal
O que aconteceu na fronteira do Nepal com a China?
Uma inundação devastou áreas do Nepal e do Tibete após o colapso de uma geleira na quarta-feira (26), que provocou uma enorme corrente de pedras, gelo, lama e detritos. Centenas de pessoas morreram e milhares seguem desaparecidas.
As operações de resgate foram retomadas nesta sexta, depois que uma equipe chinesa com 21 socorristas e um cão de busca conseguiu chegar ao complexo da fronteira de Gyirong, praticamente destruído pela enchente. Os acessos foram destruídos, obrigando os agentes a atravessar montanhas, florestas e áreas de difícil acesso.
Mais cedo, os trabalhos chegaram a ser suspensos por cerca de três horas devido ao risco de transbordamento de um lago formado pelas inundações, mas foram retomados após a redução da ameaça.
O desastre também destruiu estradas, pontes, vilarejos e estruturas de geração de energia. As autoridades nepalesas continuam monitorando dois lagos formados por bloqueios de água e alertam que o risco de novas inundações permanece até que eles sejam completamente drenados.
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* Com informações da agência Reuters.
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