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Presidente do Irã diz que fim da guerra depende dos EUA

Pezeshkian deu entrevista à Fox News no mesmo dia em que a Colômbia rompeu relações diplomáticas com o Irã

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian | Divulgação/ONU
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian | Divulgação/ONU

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que cabe aos Estados Unidos decidir quando a guerra com o Irã chegará ao fim, ao ser questionado se o conflito poderia terminar até o final do ano.

“São os Estados Unidos que precisam decidir se querem encerrar isso ou não”, disse Pezeshkian, respondendo à pergunta em uma entrevista exibida na noite desta quinta-feira (24) no programa “Special Report with Bret Baier”, da Fox News.

O conflito entre Estados Unidos e Irã teve incio em fevereiro de 2026, com ataques coordenados dos norte-americanos apoiados por Israel. Uma das consequências da guerra foi o fechamento do Estreito de Ormuz, principal fluxo de escoamento de petróle para Europa.

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Colômbia rompe relações com Irã

Também nesta quinta-feira (24), a Colômbia anunciou o rompimento de relações diplomáticas com o Irã, tornando-se o mais recente aliado de Washington na América Latina a romper laços com o principal inimigo dos EUA.

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, redesenhou as alianças do país desde que assumiu o poder em agosto. Ao substituir o antecessor de esquerda, Gustavo Petro, passou a apoiar de forma irrestrita a política de Trump.

Antes de sua posse, De la Espriella também anunciou planos para romper relações com regimes autoritários de esquerda em Cuba e na Nicarágua, embora ainda não o tenha feito.

O governo colombiano afirmou que a decisão de romper relações com o Irã foi baseada em considerações de “segurança nacional hemisférica”. A iniciativa entrou em vigor em 19 de setembro.

O documento acusava o governo iraniano de ter ligações com “grupos narcoterroristas que ameaçam a segurança do país”, sem apresentar provas das alegações.

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A Colômbia criticou duramente Teerã por bloquear o tráfego no Estreito de Ormuz e por atacar outros países do Oriente Médio na guerra contra os Estados Unidos e Israel.

Bogotá acrescentou que manterá relações consulares, com foco no bem-estar de cidadãos e empresas colombianas.

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Com informações da Reuters e AFP

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