Equipes de resgate encontraram um sobrevivente três dias após a Rússia ter bombardeado um ponto de distribuição de ajuda humanitária na região de Zaporizhzhia, afirmou o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy nesta quinta-feira, acrescentando que o número de mortos agora é 43.
Zelenskiy disse no Telegram que dezenas de outras pessoas ainda podem estar presas sob os escombros. Os trabalhos de resgate e os esforços de identificação dos corpos continuam.
“Até o momento, foram confirmadas 43 mortes. Uma das pessoas dadas como desaparecidas foi encontrada viva hoje”, disse ele. “Todos os dias, a Rússia ataca nossas cidades e comunidades com drones e mísseis.”
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A polícia de Zaporizhzhia informou no Telegram que até 33 pessoas continuavam soterradas sob os escombros no vilarejo de Komyshuvakha.
A polícia nacional da Ucrânia compartilhou um vídeo no Telegram mostrando equipes de resgate colocando corpos em sacos brancos dentro de um carro e uma escavadeira trabalhando no local para remover os escombros.
Imagens da câmera corporal de um dos policiais mortos, verificadas pela Reuters, mostraram os momentos antes de um segundo ataque russo atingir o local, destruindo um abrigo onde os moradores estavam se escondendo após um alerta transmitido pelo rádio.
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A polícia nacional da Ucrânia informou que os ataques incluíram uma bomba planadora FAB de 3 toneladas, uma arma que, segundo sites de inteligência de defesa, carrega cerca de 1,4 tonelada de explosivos.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que o ataque teve como alvo unidades militares ucranianas nos arredores de Komyshuvakha e em dois outros povoados, e que até 25 militares ucranianos foram mortos.
Tanto Moscou quanto Kiev negam atacar civis deliberadamente.
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