Donald Trump planeja emitir uma série de decretos e ordens executivas assim que assumir a presidência dos Estados Unidos na próxima segunda-feira, dia 20. As medidas, que podem ultrapassar 100 ações nos primeiros dias de governo, abrangem áreas como imigração e energia. Fontes próximas ao planejamento indicam que os conselheiros de transição estão organizando as […]
Donald Trump planeja emitir uma série de decretos e ordens executivas assim que assumir a presidência dos Estados Unidos na próxima segunda-feira, dia 20. As medidas, que podem ultrapassar 100 ações nos primeiros dias de governo, abrangem áreas como imigração e energia. Fontes próximas ao planejamento indicam que os conselheiros de transição estão organizando as ordens que Trump poderá escolher, com algumas a serem divulgadas no dia da posse e outras posteriormente.
No setor de imigração, Trump pretende intensificar a fiscalização e cumprir sua promessa de deportar um número recorde de imigrantes em situação irregular. As ordens executivas devem permitir que agentes de imigração federal prendam pessoas sem antecedentes criminais, enviem mais tropas para a fronteira com o México e retomem a construção do muro. Além disso, Trump pode declarar a imigração ilegal como uma emergência nacional, liberando fundos militares para o muro e encerrando programas temporários de Joe Biden que beneficiam migrantes.
Em relação à energia, Trump está considerando ordens que podem incluir a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima e mudanças nas regulamentações sobre veículos elétricos. A equipe de transição sugere cortar o apoio a veículos elétricos e impor tarifas sobre materiais de bateria importados, visando aumentar a produção interna. Também se espera que ele revogue regulamentações climáticas implementadas por Biden e encerre a pausa nas exportações de gás natural liquefeito.
Além disso, Trump planeja aumentar as tarifas sobre produtos importados de parceiros comerciais, uma medida que, segundo ele, pode impulsionar o crescimento econômico. O presidente eleito também pretende conceder perdões a algumas pessoas envolvidas no ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021, onde apoiadores tentaram impedir a certificação da vitória de Joe Biden.
Entre na conversa da comunidade