A morte do desembargador aposentado Edson Alfredo Martins Smaniotto, ocorrida nesta sexta-feira, dia 17 de janeiro, aos 73 anos, causou grande comoção no meio jurídico e político do Distrito Federal. Smaniotto faleceu em sua residência após sentir náuseas e entrar em parada cardíaca, sendo constatado o óbito no Hospital Brasília às 11h58. A causa da […]
A morte do desembargador aposentado Edson Alfredo Martins Smaniotto, ocorrida nesta sexta-feira, dia 17 de janeiro, aos 73 anos, causou grande comoção no meio jurídico e político do Distrito Federal. Smaniotto faleceu em sua residência após sentir náuseas e entrar em parada cardíaca, sendo constatado o óbito no Hospital Brasília às 11h58. A causa da parada cardíaca ainda está sendo investigada, com suspeita de hemorragia gastrointestinal.
Smaniotto teve uma carreira notável no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), onde ingressou em 1983, após ser aprovado em primeiro lugar no XI Concurso para Magistratura. Ele foi promovido a juiz de direito em 1986 e alcançou o cargo de desembargador em 1997, aposentando-se em 2010. Em novembro de 2024, recebeu o título de Cidadão Honorário de Brasília, uma honraria concedida pela Câmara Legislativa do DF.
Diversas autoridades lamentaram a perda, incluindo o desembargador Diaulas Costa Ribeiro, que recordou momentos marcantes da amizade de 40 anos com Smaniotto. O presidente do TJDFT, Waldir Leôncio, destacou que sua morte representa uma perda irreparável para o mundo jurídico e para sua família. O governador do DF, Ibaneis Rocha, também expressou seu pesar, descrevendo Smaniotto como um “profundo humanista” e ressaltando seu impacto na comunidade jurídica.
O velório de Edson Smaniotto ocorrerá na Capela 5 do Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul, neste sábado, dia 18 de janeiro, entre 13h30 e 15h30, com o sepultamento programado para às 16h. A comunidade jurídica e amigos se unem em solidariedade à família, que enfrenta a dor da perda.
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