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Família de empregada baleada por delegado busca apoio financeiro para tratamento médico

- O delegado Mikhail Rocha e Menezes disparou contra três mulheres, incluindo a esposa. - Oscelina Moura, uma das vítimas, perdeu um rim e passou por cirurgia, mas melhora. - A família de Oscelina organiza vaquinha para cobrir custos médicos e necessidades. - Mikhail permanece internado na ala psiquiátrica, sob escolta, aguardando julgamento. - O crime gerou grande repercussão, levantando questões sobre violência de gênero.

A família de Oscelina Moura Neves de Oliveira, de 45 anos, uma das três mulheres baleadas pelo delegado Mikhail Rocha e Menezes, está organizando uma vaquinha para cobrir os altos custos do tratamento médico. Oscelina, que permanece internada na UTI do Instituto Hospital de Base (IHBB), apresentou leve melhora, mas deve passar por nova cirurgia. […]

A família de Oscelina Moura Neves de Oliveira, de 45 anos, uma das três mulheres baleadas pelo delegado Mikhail Rocha e Menezes, está organizando uma vaquinha para cobrir os altos custos do tratamento médico. Oscelina, que permanece internada na UTI do Instituto Hospital de Base (IHBB), apresentou leve melhora, mas deve passar por nova cirurgia. Sua prima, Marisa Souza, destacou que Oscelina não tinha registro formal de trabalho, o que dificulta o auxílio financeiro, enquanto seu marido, Davi Roque Ribeiro, cuida dos filhos e da recuperação da esposa.

O ataque ocorreu na manhã de 16 de janeiro. Mikhail, enquanto tomava café em casa, disparou contra sua esposa, Andréa Rodrigues Machado, e Oscelina. Após o crime, ele se dirigiu ao Shopping Gilberto Salomão e, em seguida, ao Hospital Brasília, onde entrou armado e exigiu atendimento prioritário para seu filho. Durante a abordagem, Mikhail disparou contra a enfermeira Priscila Pessoa, que tentava ajudá-lo. Ele foi capturado pela Polícia Militar na QI 23 do Lago Sul.

Mikhail, de 46 anos, segue internado na ala psiquiátrica do Hospital de Base, sob escolta policial. Ele deve responder por três tentativas de feminicídio. Durante sua internação, não apresentou comportamentos delirantes e expressou arrependimento pelo ocorrido. As vítimas, Oscelina e Priscila, estão se recuperando, com Oscelina já tendo passado por cirurgia para reconstrução do estômago e intestino.

As informações sobre o estado de saúde de Oscelina e Priscila são protegidas por sigilo médico. Oscelina, que perdeu um rim, teve o outro funcionando novamente, e os médicos aguardam para avaliar a necessidade de uma nova cirurgia. A situação da enfermeira também é estável, conforme informado pelo Hospital Brasília, que não divulga detalhes sem autorização.

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