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Parques ecológicos do DF oferecem lazer e contato com a natureza para a população

- O Distrito Federal possui 86 Unidades de Conservação, essenciais para a fauna e flora. - Moradores utilizam parques para lazer e saúde, especialmente após a pandemia. - O Ibram implementa medidas contra desmatamento e incêndios nas UCs. - A presença de áreas verdes contribui para a qualidade de vida e memórias afetivas. - A nova lei federal propõe a contratação de brigadas florestais por dois anos.

O Distrito Federal é lar de 86 Unidades de Conservação (UCs), incluindo 18 parques ecológicos abertos ao público, que promovem o contato com a natureza e contribuem para a qualidade de vida local. O aposentado Ademir Sobrinho, de 73 anos, e seu filho Leonardo, de 14, utilizam o Parque Península Sul para pedalar e cuidar […]

O Distrito Federal é lar de 86 Unidades de Conservação (UCs), incluindo 18 parques ecológicos abertos ao público, que promovem o contato com a natureza e contribuem para a qualidade de vida local. O aposentado Ademir Sobrinho, de 73 anos, e seu filho Leonardo, de 14, utilizam o Parque Península Sul para pedalar e cuidar da saúde em família. Ademir considera os parques um “privilégio” para a população, destacando a paz que esses espaços proporcionam.

Outro frequentador, Marco Antônio Borges, de 65 anos, também valoriza a oportunidade de caminhar e observar a natureza, especialmente após o fechamento dos parques durante a pandemia. Ele ressalta que esses locais são essenciais para o lazer e a saúde mental. O zelador Pedro Paulo Santos, de 57 anos, e sua esposa costumam se reunir com vizinhos no Parque Ecológico Veredinha, onde desfrutam da tranquilidade e das trilhas disponíveis.

As famílias também buscam diversão nos parques. O casal Fernanda Regina e Rodrigo de Souza levou seus quatro filhos ao Veredinha, atraídos pela presença de um parquinho. Fernanda observa que as crianças estão cada vez mais conectadas a dispositivos eletrônicos e que espaços como esse são importantes para o lazer ao ar livre. A falta de áreas sombreadas na cidade é uma preocupação para os pais.

A ecóloga Maria Angélica Garcia destaca a importância da conservação das áreas verdes do DF, que abriga 88% de UCs em seu território. No entanto, problemas como desmatamento, ocupação irregular e incêndios florestais ameaçam esses espaços. O Ibram está implementando medidas para proteger as UCs, incluindo a contratação de brigadas florestais e a fiscalização do uso de agrotóxicos, visando garantir a preservação do Cerrado e a qualidade dos recursos hídricos da região.

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