Uma moradora de oitenta e seis anos do Distrito Federal enfrenta dificuldades após tentar cancelar um contrato com a Elitte Assessoria, uma agência de modelos. A mulher, que prefere não se identificar, relata que a agência prometeu álbuns de fotos e desfiles de moda, mas após algumas horas de conversa, decidiu desistir do contrato. Desde […]
Uma moradora de oitenta e seis anos do Distrito Federal enfrenta dificuldades após tentar cancelar um contrato com a Elitte Assessoria, uma agência de modelos. A mulher, que prefere não se identificar, relata que a agência prometeu álbuns de fotos e desfiles de moda, mas após algumas horas de conversa, decidiu desistir do contrato. Desde então, os responsáveis pela agência não atenderam ao pedido de cancelamento, levando o caso à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
A moradora, residente na Asa Sul, foi contatada pela agência através das redes sociais e, após uma visita à sede na Asa Norte, assinou um contrato e pagou R$ 1,5 mil por um pacote de serviços. Contudo, ao discutir a situação com a família, ela decidiu não seguir adiante e tentou reaver o dinheiro. Ela expressou preocupação com sua saúde, afirmando que a situação a levou a tomar remédios para evitar mal-estar.
A Elitte Assessoria defendeu-se, afirmando que a mulher aceitou o contrato de forma voluntária e que a devolução total do valor não seria razoável, uma vez que os serviços foram parcialmente realizados. O caso levanta questões sobre práticas comuns em agências de modelos, que frequentemente enfrentam denúncias de clientes insatisfeitos. Em 2020, a Ü Models Brasil foi acusada de aplicar golpes semelhantes, onde modelos pagavam por serviços que não eram cumpridos.
A situação da moradora de oitenta e seis anos é um alerta para outras pessoas, destacando a necessidade de cautela ao lidar com agências de modelos. A experiência dela reflete um padrão preocupante de práticas enganosas no setor, que pode afetar especialmente indivíduos vulneráveis.
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