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Daniela Mercury clama a Trump por misericórdia em show no Festival de Verão de Salvador

- Daniela Mercury criticou medidas de deportação de imigrantes nos EUA. - Apelo ao presidente Donald Trump foi feito durante o Festival de Verão. - A cantora destacou a situação de pessoas transexuais em prisões americanas. - Mercury mencionou deportados que retornam ao Brasil acorrentados. - A artista defendeu a responsabilidade dos EUA como país de imigrantes.

Na noite de sábado, 25, durante o Festival de Verão de Salvador, Daniela Mercury fez um apelo ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as políticas de imigração e o tratamento de pessoas transexuais. A artista destacou a situação de pessoas trans que estão sendo transferidas entre prisões nos EUA, afirmando que “isso não […]

Na noite de sábado, 25, durante o Festival de Verão de Salvador, Daniela Mercury fez um apelo ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as políticas de imigração e o tratamento de pessoas transexuais. A artista destacou a situação de pessoas trans que estão sendo transferidas entre prisões nos EUA, afirmando que “isso não se faz com ninguém” e pedindo misericórdia. Mercury também se referiu aos imigrantes que, segundo ela, estão sendo separados de seus filhos e retornando ao Brasil em condições desumanas, acorrentados.

A cantora já havia manifestado sua preocupação nas redes sociais, onde ressaltou que os Estados Unidos são um país formado por imigrantes e que promovem sua cultura globalmente. Ela argumentou que é natural que pessoas de diversas partes do mundo queiram se estabelecer lá, enfatizando a responsabilidade dos EUA nessa questão.

Mercury criticou a forma como os imigrantes são tratados, descrevendo a situação como uma “escravidão moderna”. A artista, conhecida por seu ativismo social, utilizou seu espaço no festival para chamar a atenção para essas questões, refletindo sobre a necessidade de um tratamento mais humano e justo para todos os indivíduos, independentemente de sua origem ou identidade de gênero.

A performance da cantora, ao lado do grupo Timbalada, não apenas entreteve o público, mas também serviu como uma plataforma para discutir temas sociais relevantes, mostrando o papel da música como um veículo de conscientização e mudança.

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