O processo de sucessão na TBG, responsável pelo transporte de gás natural e controlada pela Petrobras, foi intensamente monitorado pela estatal. A empresa de recrutamento selecionou quatro candidatos para substituir Erik Breyer, sendo ele mesmo o primeiro da lista. No entanto, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, optou por Angélica Laureano, que ficou em quarto […]
O processo de sucessão na TBG, responsável pelo transporte de gás natural e controlada pela Petrobras, foi intensamente monitorado pela estatal. A empresa de recrutamento selecionou quatro candidatos para substituir Erik Breyer, sendo ele mesmo o primeiro da lista. No entanto, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, optou por Angélica Laureano, que ficou em quarto lugar na seleção.
A escolha de Angélica Laureano, que assumiu o cargo há três semanas, surpreendeu muitos, dado que ela não era a favorita. Durante a cerimônia de posse, Magda Chambriard fez um discurso enfatizando a importância da diversidade na liderança da empresa, destacando a relevância de ter uma mulher à frente da TBG.
A decisão de Chambriard reflete uma mudança de paradigma dentro da Petrobras, que busca promover a inclusão e a representatividade em suas posições de liderança. A escolha de Angélica pode ser vista como um passo significativo para a empresa, que enfrenta desafios em um setor tradicionalmente dominado por homens.
A TBG, sob a nova liderança, terá a missão de continuar a expansão e a eficiência no transporte de gás natural, um recurso estratégico para o Brasil. A expectativa é que Angélica Laureano traga uma nova visão e abordagem para a companhia, alinhando-se aos objetivos de sustentabilidade e inovação da Petrobras.
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