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Hospital de Base promove debate sobre atendimento humanizado a pacientes autistas

- O Hospital de Base do Distrito Federal promoveu debate sobre atendimento a autistas. - Especialistas discutiram práticas inclusivas e humanizadas para pacientes neurodivergentes. - Em 2024, foram realizados 128 atendimentos a pacientes autistas no DF. - A neuropediatra Ellen destacou a importância de um atendimento humanizado e sensível. - A iniciativa visa capacitar profissionais e criar um ambiente de saúde mais inclusivo.

O auditório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) sediou, nesta segunda-feira (27), o debate Educa em Ação: Atendimento Humanizado a Pacientes Autistas. O evento, parte do projeto do Núcleo de Educação Permanente do IgesDF, visa promover práticas que garantam um acolhimento respeitoso às necessidades de pacientes neurodivergentes, focando na inclusão e no cuidado […]

O auditório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) sediou, nesta segunda-feira (27), o debate Educa em Ação: Atendimento Humanizado a Pacientes Autistas. O evento, parte do projeto do Núcleo de Educação Permanente do IgesDF, visa promover práticas que garantam um acolhimento respeitoso às necessidades de pacientes neurodivergentes, focando na inclusão e no cuidado humanizado. A iniciativa busca capacitar profissionais de saúde para um atendimento mais inclusivo.

O debate contou com a presença de especialistas como a neuropediatra Ellen de Souza Siqueira, que enfatizou a necessidade de um atendimento humanizado para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ellen destacou que procedimentos simples podem ser mais complexos para esses pacientes e sugeriu estratégias como conhecer a família e a unidade hospitalar previamente. O cirurgião-dentista Diego Sindeaux Figueira também compartilhou experiências sobre o atendimento odontológico a pacientes neurodivergentes, mencionando que em 2024 foram realizados 128 atendimentos no Distrito Federal, sendo 61 no Hospital Regional de Santa Maria.

O médico do trabalho Amilton Cabral Júnior abordou os desafios da inserção de pessoas neurodivergentes no mercado de trabalho, ressaltando a necessidade de adaptação do ambiente profissional. A fisioterapeuta Suyenne Figueiredo apresentou o método Snoezelen, que utiliza estimulação multissensorial para promover o bem-estar de pacientes com TEA, e defendeu a criação de salas sensoriais nos hospitais para um atendimento mais tranquilo.

A chefe do Núcleo de Educação Permanente, Ana Paula Lustosa, e a superintendente da Diep, Camilla Lombardi, celebraram a adesão dos profissionais ao evento, destacando a importância de capacitações que impactem a qualidade do atendimento. A diretora da Diep, Emanuela Ferraz, reforçou o compromisso da diretoria em promover educação permanente e ações que melhorem a vida de pacientes e colaboradores.

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