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Deputado denuncia performance de “Jesus crucificado” por vilipêndio religioso em Porto Alegre

- O deputado federal Gilvan Máximo denunciou o "Bloco da Laje" ao MPF. - Performance em Porto Alegre incluiu homem fantasiado de Jesus fazendo strip-tease. - Apresentação gerou revolta nas redes sociais e pedidos de demissão na Unisinos. - Gilvan Máximo citou vilipêndio e racismo religioso, conforme o Código Penal. - A Unisinos confirmou que a professora envolvida não faz mais parte da instituição.

O deputado federal Gilvan Máximo (Republicanos-DF) protocolou, nesta segunda-feira (27), uma denúncia no Ministério Público Federal (MPF) contra o Bloco da Laje, após uma apresentação considerada blasfema em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Durante o evento pré-Carnaval, um homem, fantasiado de Jesus Cristo, retirou suas roupas até ficar apenas de tanga fio-dental, enquanto cantava […]

O deputado federal Gilvan Máximo (Republicanos-DF) protocolou, nesta segunda-feira (27), uma denúncia no Ministério Público Federal (MPF) contra o Bloco da Laje, após uma apresentação considerada blasfema em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Durante o evento pré-Carnaval, um homem, fantasiado de Jesus Cristo, retirou suas roupas até ficar apenas de tanga fio-dental, enquanto cantava a marchinha “Pregadão”, que continha o refrão “Vamos tirar Jesus da cruz”.

Em um vídeo compartilhado em seu Instagram, Gilvan Máximo expressou sua indignação: “Que absurdo isso, deixa a gente indignado”. O deputado alegou que a performance configurou vilipêndio e racismo religioso, citando o artigo 208 do Código Penal, que prevê punições severas para esse tipo de crime. Ele enfatizou a necessidade de proteger a liberdade religiosa e o respeito ao cristianismo no Brasil.

A apresentação gerou polêmica nas redes sociais, com internautas exigindo a demissão de uma professora da Unisinos, que supostamente participou do evento. A universidade, em resposta, informou que a docente envolvida não faz mais parte de seu corpo docente. A repercussão negativa levou a uma onda de críticas e pedidos de retratação, com muitos afirmando que não compactuam com atitudes que desrespeitam a fé cristã.

O evento, denominado “Carnaval Sublime”, provocou reações intensas, com seguidores da Unisinos clamando por ações contra a suposta docente. A situação destaca a tensão entre liberdade de expressão e respeito às crenças religiosas, refletindo um debate mais amplo sobre a cultura e a religião no Brasil contemporâneo.

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