A volta às aulas nas escolas particulares do Distrito Federal ocorreu ontem, marcada pela proibição do uso de celulares e aparelhos eletrônicos, conforme a nova Lei 15.100/25, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa mudança impactou diretamente o ambiente escolar, com alunos como Rafael, de 15 anos, relatando uma experiência tranquila e positiva, […]
A volta às aulas nas escolas particulares do Distrito Federal ocorreu ontem, marcada pela proibição do uso de celulares e aparelhos eletrônicos, conforme a nova Lei 15.100/25, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa mudança impactou diretamente o ambiente escolar, com alunos como Rafael, de 15 anos, relatando uma experiência tranquila e positiva, diferente do que esperava. Sua mãe, Ericka Gadelha, destacou a importância da tecnologia na educação, mencionando que algumas escolas utilizavam celulares como ferramentas pedagógicas.
Elisa Dummond, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do DF (Sinepe-DF), enfatizou que a nova legislação exige adaptação tanto de alunos quanto de pais e professores. Ela ressaltou a necessidade de apoio familiar durante esse período de transição e aguarda a regulamentação da lei pela Secretaria de Educação. A mudança é vista como um desafio comum para todas as instituições, independentemente de serem públicas ou privadas.
Cerca de 80% das escolas particulares iniciaram o ano letivo ontem, enquanto 20% retornam na próxima segunda-feira. As escolas internacionais seguem seus próprios calendários, e a rede pública começará as aulas em 10 de fevereiro. Raquel Magalhães, coordenadora de uma escola, explicou que a equipe se preparou com antecedência para garantir um retorno seguro e organizado.
A volta às aulas também traz uma nova rotina para os alunos e suas famílias. Ana Cecília, de 7 anos, expressou alegria ao rever amigos, apesar da tristeza pela saída de sua melhor amiga. Sua irmã, Maria Isadora, de 10 anos, estava animada com a nova fase do quinto ano. O pai das meninas, Daniel Avelino, comentou sobre a importância de retomar as obrigações escolares após as férias, enquanto a mãe de Rafael, Erika, destacou a relevância do acompanhamento parental nesse novo ciclo.
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