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TCDF exige explicações sobre escassez de profissionais no Hospital Regional de Ceilândia

- O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) exige esclarecimentos da Secretaria de Saúde sobre a falta de profissionais na sala de gesso do Hospital Regional de Ceilândia (HRC). - A denúncia do Ministério Público de Contas (MPC) revela que a escala de trabalho frequentemente conta com apenas um profissional ou nenhum. - O HRC enfrenta um déficit semanal de 285 horas, comprometendo o atendimento e a saúde dos trabalhadores. - A Secretaria de Saúde atribui a situação à falta de concursos, resultando em entraves administrativos e legais. - A decisão unânime do TCDF pede novos esclarecimentos em 30 dias, destacando deficiências na gestão de pessoas.

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) solicitou que a Secretaria de Saúde do DF forneça esclarecimentos sobre a falta de profissionais na sala de gesso e ortopedia do Hospital Regional de Ceilândia (HRC). A medida foi tomada após um pedido do Ministério Público de Contas (MPC), que denunciou a presença de apenas um […]

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) solicitou que a Secretaria de Saúde do DF forneça esclarecimentos sobre a falta de profissionais na sala de gesso e ortopedia do Hospital Regional de Ceilândia (HRC). A medida foi tomada após um pedido do Ministério Público de Contas (MPC), que denunciou a presença de apenas um profissional ou nenhum na escala de trabalho, resultando em demandas não atendidas de setores como Pronto Socorro e enfermarias.

O MPC destacou que essa situação compromete o atendimento aos pacientes e a saúde dos trabalhadores, que enfrentam jornadas exaustivas. O HRC confirmou que a sala de gesso apresenta um déficit semanal de 285 horas. Em julho de 2024, os plantões foram considerados insuficientes para atender à demanda do hospital, indicando a necessidade de pelo menos o dobro de profissionais.

A Secretaria de Saúde atribuiu a situação à ausência de concursos para cargos na saúde pública, o que gera entraves administrativos e legais. O órgão afirmou que a solução para os problemas depende de ações coordenadas e de disponibilidade orçamentária. O presidente do TCDF, Márcio Michel, reconheceu as deficiências estruturais na gestão de pessoas, mas enfatizou a importância de uma fiscalização adequada para evitar que a unidade opere com apenas um profissional.

A decisão do TCDF foi unânime, e a Secretaria de Saúde tem um prazo de 30 dias para apresentar novos esclarecimentos sobre a situação.

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