O teleférico do Complexo do Alemão, paralisado desde 2016, avança em sua reativação com a assinatura de um contrato entre o governo do Rio e a empresa francesa Poma, no valor de 17 milhões de euros (aproximadamente R$ 105 milhões). O acordo, formalizado em novembro de 2023, prevê a entrega de peças essenciais em um […]
O teleférico do Complexo do Alemão, paralisado desde 2016, avança em sua reativação com a assinatura de um contrato entre o governo do Rio e a empresa francesa Poma, no valor de 17 milhões de euros (aproximadamente R$ 105 milhões). O acordo, formalizado em novembro de 2023, prevê a entrega de peças essenciais em um prazo de 15 meses, com a expectativa de que o serviço retorne em 2026.
O contrato abrange principalmente a parte eletromecânica do teleférico, como fios e cabos, que foram furtados ao longo dos anos. A proposta inclui um retrofit, ou modernização, do sistema, que se tornou obsoleto devido à longa inatividade. Para concluir o projeto, ainda é necessária a formalização de uma licitação para a mão de obra, que está em fase final de elaboração.
A reativação do teleférico é vista como uma entrega simbólica em um ano eleitoral, com potenciais impactos políticos e econômicos. Inaugurado em 2011, o teleférico foi um marco para o Rio de Janeiro, especialmente em preparação para eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Após cinco anos de operação, o serviço foi interrompido, resultando em estações abandonadas em um dos maiores complexos de favelas do Brasil.
A expectativa é que a conclusão do projeto traga melhorias significativas para a mobilidade na região, além de revitalizar um serviço que é parte da história recente do Rio de Janeiro. A reativação do teleférico pode também representar um passo importante para a recuperação da infraestrutura urbana na área.
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