As ações de prevenção ao racismo e à violência contra grupos vulneráveis no Distrito Federal são parte das políticas da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Essas iniciativas coincidem com o Dia Mundial da Não-Violência e Cultura de Paz, celebrado em 30 de janeiro, data que homenageia o pacifista Mahatma Gandhi. Os programas da Sejus-DF […]
As ações de prevenção ao racismo e à violência contra grupos vulneráveis no Distrito Federal são parte das políticas da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Essas iniciativas coincidem com o Dia Mundial da Não-Violência e Cultura de Paz, celebrado em 30 de janeiro, data que homenageia o pacifista Mahatma Gandhi. Os programas da Sejus-DF incluem o Cidadania nas Escolas, que promove debates sobre bullying, violência doméstica e uso indevido da internet, visando a formação de crianças e adolescentes.
Fabiana Souza, mãe de dois alunos da rede pública, destaca a importância do programa para o aprendizado de valores como disciplina e respeito. Seus filhos também participam de aulas de karatê na Praça dos Direitos do Itapoã, que oferece alternativas de desenvolvimento social para jovens de áreas vulneráveis. Ela enfatiza que, sem essas oportunidades, seus filhos poderiam estar expostos a riscos.
Além disso, a Sejus-DF realiza ações contra a xenofobia, promovendo atividades educativas em órgãos públicos e eventos para acolher migrantes. Katiusca Alcar, uma venezuelana que chegou ao DF há três anos, elogia as políticas públicas que garantem direitos e oferecem suporte psicológico e capacitação, contribuindo para a integração dos estrangeiros.
Outro programa relevante é o Direito Delas, que apoia vítimas de violência doméstica e de gênero. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ressalta a importância desse programa para garantir proteção e oportunidades às mulheres. A Sejus-DF também promove o Conversa Com Eles, que dialoga com homens da construção civil sobre a eliminação da agressividade. Em 2025, a pasta planeja expandir essas iniciativas e também atua para reduzir desigualdades raciais e proteger pessoas idosas por meio do projeto Viver 60+.
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