A Chevron, gigante do setor energético, utilizou a expressão “Gulf of America” em seu relatório de lucros na última sexta-feira, seguindo uma diretriz do presidente Donald Trump. Anteriormente, a empresa se referia a essa região como “Gulf of Mexico”, que abrange a área entre o Texas e a Flórida, no sudeste dos Estados Unidos. Trump […]
A Chevron, gigante do setor energético, utilizou a expressão “Gulf of America” em seu relatório de lucros na última sexta-feira, seguindo uma diretriz do presidente Donald Trump. Anteriormente, a empresa se referia a essa região como “Gulf of Mexico”, que abrange a área entre o Texas e a Flórida, no sudeste dos Estados Unidos. Trump assinou uma ordem executiva em 20 de janeiro para renomear o Golfo do México como Gulf of America.
Na ordem da Casa Branca, Trump afirmou que “o Golfo continuará a desempenhar um papel fundamental na formação do futuro da América e da economia global”. Ele destacou a importância desse recurso econômico e sua relevância para a economia do país e seu povo, justificando a mudança de nome.
Entretanto, a ordem não parece ter a autoridade legal para obrigar empresas a alterar suas comunicações sobre atividades na região do Golfo. Assim, a mudança de nomenclatura pode não ser amplamente adotada por outras entidades ou empresas do setor. A situação levanta questões sobre a eficácia de diretrizes presidenciais em influenciar a terminologia utilizada por empresas privadas.
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