O Dia Mundial da Não Violência e Cultura de Paz, celebrado em 30 de janeiro, visa promover a educação para a paz e a não violência. A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) planeja diversas ações para 2025, incluindo oficinas para educadores, que começam em 12 de março, focando na identificação de sinais de […]
O Dia Mundial da Não Violência e Cultura de Paz, celebrado em 30 de janeiro, visa promover a educação para a paz e a não violência. A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) planeja diversas ações para 2025, incluindo oficinas para educadores, que começam em 12 de março, focando na identificação de sinais de crise, como bullying e violência. A chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz, Ana Beatriz Goldstein, enfatiza a importância da comunicação não violenta e do respeito à diversidade nas escolas.
Entre as iniciativas, destaca-se o programa NaMoral, que promove debates sobre ética e integridade, resultando em um ambiente escolar mais pacífico. O programa Maria da Penha Vai à Escola reconhece ações inovadoras de prevenção à violência de gênero, já alcançando mais de 62 mil pessoas. Essas ações visam acolher e orientar estudantes em situações de violência, contribuindo para um ambiente educacional mais seguro.
A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) também atua em políticas de prevenção ao racismo e violência, alinhadas ao Dia Mundial da Não Violência. O programa Cidadania nas Escolas promove debates sobre bullying e violência doméstica, sendo considerado essencial por pais como Fabiana Souza, que vê benefícios diretos para seus filhos. A Sejus-DF também combate a xenofobia, oferecendo suporte a imigrantes, como a venezuelana Katiusca Alcar, que elogia as políticas públicas de acolhimento.
Outro programa importante é o Direito Delas, que apoia vítimas de violência doméstica, oferecendo suporte para romper ciclos de agressão. A secretária Marcela Passamani destaca a importância desse acolhimento. A Sejus-DF também promove o programa Conversa Com Eles, que dialoga com homens da construção civil sobre a eliminação da agressividade contra mulheres, com 994 homens participando no último ano. Em 2025, essas ações serão ampliadas para outros setores, visando combater a violência e reduzir desigualdades raciais.
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