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Polícia Civil do DF intensifica combate à venda de vagas em agendamentos do Cras

- A operação Pronto Agendamento visa combater fraudes em agendamentos sociais. - Em dezembro, uma mulher de 21 anos foi presa por operar esquema irregular. - Nesta sexta-feira, uma mulher de 26 anos foi detida por comercializar agendamentos. - A suspeita pode enfrentar penas de até 29 anos por diversos crimes. - A PCDF alerta sobre a gratuidade dos serviços e incentiva denúncias de irregularidades.

A Delegacia de Repreensão a Crimes Cibernéticos (DRCC) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) iniciou, nesta sexta-feira (31 de janeiro), a segunda fase da operação Pronto Agendamento. O objetivo é combater fraudes relacionadas ao uso indevido de agendamentos nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). A operação recebeu apoio da Secretaria de Desenvolvimento […]

A Delegacia de Repreensão a Crimes Cibernéticos (DRCC) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) iniciou, nesta sexta-feira (31 de janeiro), a segunda fase da operação Pronto Agendamento. O objetivo é combater fraudes relacionadas ao uso indevido de agendamentos nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). A operação recebeu apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e do Instituto de Criminalística (IC).

Em dezembro do ano passado, uma mulher de 21 anos foi presa em flagrante, confessando que operava um esquema irregular por cerca de oito meses, cobrando entre R$ 15 e R$ 25 por agendamentos ilegais. Nesta nova fase, a polícia cumpriu mandado de busca e apreensão na casa de outra mulher, de 26 anos, suspeita de integrar o grupo e de comercializar senhas de funcionários em troca de valores altos.

As investigações buscam determinar o nível de envolvimento da nova suspeita, que pode ser indiciada por crimes como corrupção passiva, estelionato, falsidade ideológica e divulgação de segredo, com penas que podem chegar a 29 anos de reclusão. A Sedes enfatiza que os agendamentos nas unidades socioassistenciais são gratuitos e devem ser feitos pelo site oficial ou pela Central 156, priorizando famílias em situação de vulnerabilidade.

A PCDF alerta a população para não pagar por serviços públicos gratuitos, pois isso pode configurar crime. Denúncias sobre irregularidades podem ser feitas através da Ouvidoria Sedes (162), ParticipaDF ou pelo site da PCDF, garantindo o anonimato do denunciante.

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