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Robô automatizado realiza dispensação de medicamentos no Hospital Regional de Santa Maria

- O robô realiza até mil entregas diárias de medicamentos no hospital. - A tecnologia visa otimizar o tempo da equipe de saúde, focando no paciente. - O robô é automatizado e utiliza câmeras e sensores para navegação. - Testes durarão três meses, com avaliação posterior para possível contratação. - A superintendente destaca que a inovação melhora o atendimento e a eficiência.

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) implementou um projeto-piloto de um robô para dispensação de medicamentos no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) desde 6 de janeiro. O objetivo é otimizar o tempo da equipe assistencial, permitindo que os profissionais se concentrem mais na atenção aos pacientes, ao invés de […]

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) implementou um projeto-piloto de um robô para dispensação de medicamentos no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) desde 6 de janeiro. O objetivo é otimizar o tempo da equipe assistencial, permitindo que os profissionais se concentrem mais na atenção aos pacientes, ao invés de se deslocarem para buscar medicamentos. A superintendente de Administração e Logística do IgesDF, Bárbara Santos, ressaltou que essa mudança pode economizar de 20 a 30 minutos de trabalho por profissional.

O robô realiza entre 100 a 120 entregas diárias, podendo entregar até mil itens por dia, ao percorrer até dois andares em cada rota. O tempo de entrega do robô varia de quatro a cinco minutos, em comparação aos 20 a 30 minutos que um profissional gastaria. O sistema é controlado a partir da farmácia no 3º andar, onde farmacêuticos separam os medicamentos e os colocam no robô, que utiliza senhas de acesso para garantir a segurança na entrega.

A farmacêutica Thayná Santos elogiou a nova tecnologia, afirmando que ela otimiza o serviço e economiza tempo, permitindo que a equipe permaneça em suas funções. O robô permanecerá em fase de testes por três meses, após os quais o IgesDF avaliará os custos e benefícios do uso da tecnologia. Bárbara Santos explicou que a intenção é contratar o serviço em vez de adquirir o robô, permitindo atualizações futuras conforme a tecnologia evolui.

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