Recentemente, um e-mail circulou entre os colaboradores da CNBC com o tema “Por que os Bulls odeiam os Birds”, trazendo à tona uma análise de Ryan Detrick, estrategista-chefe da Carson Group. Ele destacou que as vitórias de Philadelphia em Super Bowls e World Series historicamente coincidem com crises no mercado de ações. Por exemplo, o […]
Recentemente, um e-mail circulou entre os colaboradores da CNBC com o tema “Por que os Bulls odeiam os Birds”, trazendo à tona uma análise de Ryan Detrick, estrategista-chefe da Carson Group. Ele destacou que as vitórias de Philadelphia em Super Bowls e World Series historicamente coincidem com crises no mercado de ações. Por exemplo, o colapso de 1929 ocorreu no mesmo ano em que os Philadelphia Athletics conquistaram a World Series, e 2018, quando os Eagles venceram o Super Bowl, foi o pior ano para o mercado desde 2008.
Detrick, que não tem preferência por nenhum dos times, sugere que as vitórias esportivas de Philadelphia tendem a trazer consequências negativas para o mercado. No entanto, ele ressalta que essas correlações são apenas curiosidades e que os fatores que realmente influenciam a economia incluem lucros corporativos, sentimento do consumidor e taxas de juros. Ele menciona indicadores como o “hemline indicator”, que sugere que o comprimento das saias varia com o desempenho do mercado, e o “January barometer”, que indica que o desempenho de janeiro pode prever o ano.
Embora a vitória dos Phillies em 2008 tenha coincidido com um ano desastroso para as ações, Detrick argumenta que essa relação é frágil. Ele também aponta que outros títulos de Philadelphia, como o dos Sixers em 1983 e o dos Flyers em 1975, não se alinham com essa narrativa negativa. Além disso, a teoria do Super Bowl sugere que as vitórias da NFC, como a dos Eagles, tendem a ser benéficas para o mercado, embora os últimos anos tenham sido favoráveis para os investidores após títulos dos Chiefs.
Por fim, Detrick conclui que o desempenho do mercado não é afetado por eventos esportivos. Ele encoraja os torcedores a escolherem seus times com base em preferências pessoais, sem se preocupar com o impacto em seus investimentos. Portanto, a mensagem é clara: a vitória dos Eagles no Super Bowl não determinará o futuro do mercado de ações.
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