As cédulas de dinheiro, embora raras no cotidiano da maioria dos brasileiros, ainda circulam, mas frequentemente apresentam danos como rasgos e manchas. O Banco Central (BC) esclarece que cédulas manchadas, sujas ou fragmentadas são consideradas inadequadas à circulação e devem ser retiradas. Cédulas mutiladas, que não possuem mais da metade de seu tamanho original, são […]
As cédulas de dinheiro, embora raras no cotidiano da maioria dos brasileiros, ainda circulam, mas frequentemente apresentam danos como rasgos e manchas. O Banco Central (BC) esclarece que cédulas manchadas, sujas ou fragmentadas são consideradas inadequadas à circulação e devem ser retiradas. Cédulas mutiladas, que não possuem mais da metade de seu tamanho original, são as únicas que não têm valor em nenhum lugar, nem mesmo em bancos.
Por outro lado, cédulas desgastadas pelo uso ainda mantêm valor e podem ser utilizadas normalmente. No entanto, os bancos devem encaminhá-las ao BC para destruição após o recebimento. Cédulas que apresentam marcas ou rasgos, mas que ainda têm mais da metade de seu tamanho, podem ser trocadas ou depositadas apenas nas instituições financeiras, que também devem enviá-las ao BC posteriormente.
A utilização de dinheiro em espécie tem diminuído significativamente, conforme dados do BC. Em 2024, o uso de cédulas caiu para 68,9%, uma redução em relação aos 83,6% registrados três anos antes. O cartão de débito também superou o uso de dinheiro, passando de 61,7% para 69,1%. O método de pagamento mais popular atualmente é o Pix, que cresceu de 46,1% para 76,4% entre 2021 e 2024.
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