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Mulher é investigada por vender colchões doados a vítimas de enchente em São Paulo

- Mulher é investigada por vender colchões doados a vítimas de enchente em SP. - Colchões foram vendidos no Facebook por R$ 80 cada; dois já foram comercializados. - Denúncia à Polícia Militar levou à apreensão dos itens e confissão da suspeita. - Subprefeito Divaldo Rosa lamenta fraudes e duplicidade de cadastros nas doações. - Caso está sob investigação no 63° DP, sem prisão até o momento.

Uma mulher está sob investigação por vender colchões doados pela Prefeitura de São Paulo a vítimas da enchente no Jardim Pantanal. Após as chuvas que inundaram a região, mãe e filha se cadastraram para receber ajuda e receberam colchões e outros itens. No entanto, parte das doações foi colocada à venda no Facebook, com colchões […]

Uma mulher está sob investigação por vender colchões doados pela Prefeitura de São Paulo a vítimas da enchente no Jardim Pantanal. Após as chuvas que inundaram a região, mãe e filha se cadastraram para receber ajuda e receberam colchões e outros itens. No entanto, parte das doações foi colocada à venda no Facebook, com colchões de solteiro sendo oferecidos por R$ 80 cada.

O caso foi denunciado à Polícia Militar pela Prefeitura no domingo, 9 de fevereiro. Agentes foram até o bairro União de Vila Nova, onde identificaram as suspeitas e apreenderam os itens em venda ilegal. Das seis doações, dois colchões já haviam sido vendidos. Uma das mulheres foi levada à delegacia, onde confessou a venda, alegando desconhecimento sobre a proibição de comercializar os itens doados.

A mulher não foi presa e o caso está sendo investigado pelo 63° Distrito Policial, localizado em Vila Jacuí. O nome da suspeita não foi divulgado, impossibilitando a localização pela imprensa. O subprefeito de São Miguel Paulista, Divaldo Rosa, expressou sua preocupação com as fraudes, afirmando que a apreensão confirma suspeitas da prefeitura sobre o uso indevido das doações.

Rosa destacou que houve vários cadastros duplicados e registros de pessoas que não residiam nas áreas afetadas pelas enchentes. A situação levanta questões sobre a gestão das doações e a necessidade de um controle mais rigoroso para evitar abusos.

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