As tensões entre o Novo e o Partido Liberal (PL) se intensificaram nesta quarta-feira, após o Novo retirar do ar uma nota que criticava o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. A nota, publicada na última sexta-feira, afirmava que o Novo era “mais à direita” que o PL e outros partidos, como o Patriota e […]
As tensões entre o Novo e o Partido Liberal (PL) se intensificaram nesta quarta-feira, após o Novo retirar do ar uma nota que criticava o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. A nota, publicada na última sexta-feira, afirmava que o Novo era “mais à direita” que o PL e outros partidos, como o Patriota e o União Brasil. O contexto da crítica envolve as eleições para as presidências do Congresso Nacional, onde o Novo apresentou candidaturas próprias, enquanto o PL apoiou candidatos majoritários.
De acordo com informações do partido, a retirada da nota ocorreu porque o texto não havia sido aprovado pelos dirigentes. Essa ação foi tomada após a divulgação de trechos da nota pelo jornal Folha de S.Paulo. O episódio se soma a uma série de desavenças entre as duas siglas desde as eleições no Congresso, refletindo um clima de rivalidade crescente.
Após a votação, Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, criticou o deputado Marcel Van Hattem, do Novo, por celebrar seus 31 votos, ressaltando que a votação do Novo foi impulsionada pelo aumento do número de deputados do PL, que passou de 36 para cerca de 100 após as eleições de 2022. Ele acusou Van Hattem de se aproveitar do bolsonarismo para obter apoio.
Além disso, o deputado Mário Frias, do PL, também fez críticas a posicionamentos anteriores do Novo durante a pandemia, gerando uma resposta do ex-deputado Deltan Dallagnol. Essas interações nas redes sociais evidenciam a rivalidade entre os partidos e a busca por espaço político em um cenário em constante mudança.
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