O presidente Donald Trump tem sido comparado ao ex-presidente Jair Bolsonaro em suas interações com a imprensa, segundo o colunista Ricardo Kotscho. Em uma análise publicada no UOL News, Kotscho afirmou que Trump transformou o Salão Oval em um “cercadinho”, semelhante ao espaço utilizado por Bolsonaro para se encontrar com apoiadores. Desde que assumiu a […]
O presidente Donald Trump tem sido comparado ao ex-presidente Jair Bolsonaro em suas interações com a imprensa, segundo o colunista Ricardo Kotscho. Em uma análise publicada no UOL News, Kotscho afirmou que Trump transformou o Salão Oval em um “cercadinho”, semelhante ao espaço utilizado por Bolsonaro para se encontrar com apoiadores. Desde que assumiu a presidência em janeiro, Trump tem convocado jornalistas quase diariamente para fazer anúncios e promover sua relação com aliados, como o magnata Elon Musk.
Durante uma dessas reuniões, Musk, que lidera o Departamento de Eficiência Governamental, defendeu suas ações para reduzir gastos federais. No entanto, um momento inusitado ocorreu quando seu filho de quatro anos pediu para Trump “calar a boca”, o que gerou repercussão na mídia. Kotscho descreveu a cena como um “circo” no Salão Oval, ressaltando a atmosfera descontraída e, por vezes, constrangedora das interações.
Em outro destaque, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi criticado por um vídeo em que aparece comendo uma banana com casca para protestar contra a inflação. O colunista Josias de Souza comentou que essa ação foi um exagero e que Zema mirou no ponto fraco do governo Lula, mas acabou se ridicularizando. O ministro dos Transportes, Renan Filho, também se manifestou contra a atitude do governador.
Por fim, Josias de Souza alertou sobre possíveis consequências para o governo Lula caso ele demita Rodrigo Agostinho, presidente do Ibama. Lula já havia criticado o órgão, chamando o processo de licenciamento para exploração de petróleo de “lenga-lenga”, o que gerou descontentamento entre os servidores. A situação levanta questões sobre a estabilidade da gestão ambiental no Brasil e a reação da ministra Marina Silva diante de uma possível exoneração.
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