Em março de 2025, Luana Ozemela inicia seu mandato no Global Future Councils, uma iniciativa do Fórum Econômico Mundial que reúne especialistas para discutir tendências globais e desenvolver estratégias para um futuro mais inclusivo e sustentável. Com a participação de líderes como Ngozi Okonjo-Iweala e Jacinda Ardern, Luana pretende focar no impacto das novas tecnologias […]
Em março de 2025, Luana Ozemela inicia seu mandato no Global Future Councils, uma iniciativa do Fórum Econômico Mundial que reúne especialistas para discutir tendências globais e desenvolver estratégias para um futuro mais inclusivo e sustentável. Com a participação de líderes como Ngozi Okonjo-Iweala e Jacinda Ardern, Luana pretende focar no impacto das novas tecnologias no mercado de trabalho, um desafio crescente na economia global.
Luana, ex-BID e co-fundadora do Black Women Investment Network, que apoia mulheres negras a se tornarem investidoras-anjo, é também vice-presidente de Impacto e Sustentabilidade do iFood. O mandato de dois anos permitirá que ela influencie discussões sobre temas emergentes, como flexibilidade e trabalho autônomo. Em conversas prévias ao anúncio oficial, Luana destacou a importância de definir diretrizes e promover debates relevantes no conselho.
A conselheira expressou sua expectativa de propor uma agenda de cooperação global, focando em condições de trabalho dignas e a centralidade da tecnologia e educação nas discussões sobre o gig work. Luana acredita que a presença de brasileiros no conselho é crucial, dado que o Brasil é uma das dez maiores economias do mundo, e sua voz pode impactar não apenas o país, mas toda a América Latina.
Durante o recente Fórum de Davos, Luana observou a relevância do encontro, que reuniu líderes globais em um momento de incerteza econômica. Ela ressaltou a necessidade de cooperação internacional para enfrentar desafios, especialmente em um cenário onde a nova presidência dos Estados Unidos adota uma postura mais protecionista. Luana também comentou sobre a dinâmica do mercado de trabalho, enfatizando a preferência por modelos mais flexíveis e a importância da autorregulação enquanto a regulamentação das plataformas digitais está em desenvolvimento.
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