Nas duas primeiras semanas da presidência do senador Davi Alcolumbre (União-AP), o Senado não realizou sessões no plenário, apesar do término do recesso em 1º de fevereiro. A última reunião ocorreu na mesma data, quando Alcolumbre foi eleito presidente. A expectativa é que as atividades voltem ao normal nesta semana, com reuniões para definir a […]
Nas duas primeiras semanas da presidência do senador Davi Alcolumbre (União-AP), o Senado não realizou sessões no plenário, apesar do término do recesso em 1º de fevereiro. A última reunião ocorreu na mesma data, quando Alcolumbre foi eleito presidente. A expectativa é que as atividades voltem ao normal nesta semana, com reuniões para definir a agenda legislativa e organizar os trabalhos parlamentares.
O custo mensal estimado para manter o Senado é de R$ 525 milhões, conforme o orçamento proposto pelo governo Lula (PT), que prevê R$ 6,3 bilhões para 2025. Esse valor cobre salários, obras, auxílios e outras despesas. Em 2024, o orçamento foi de R$ 5,9 bilhões, com 76% destinado a pessoal e encargos sociais. A aprovação do orçamento de 2025 deve ocorrer após o Carnaval.
O salário dos senadores aumentou para R$ 46.366,19 a partir de 1º de fevereiro, um incremento em relação aos R$ 44 mil de janeiro. Além do salário, os parlamentares têm direito a imóveis funcionais e recursos para despesas relacionadas ao exercício da função. O Senado também suspende atividades de 18 a 31 de julho.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou a falta de atividades, afirmando que a nova presidência começou mal. Ele destacou que a oposição é a mais prejudicada, pois não pode fazer denúncias e críticas. Alcolumbre, por sua vez, participou de reuniões com prefeitos e integrantes do governo, buscando avançar na agenda legislativa do país.
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