Às vésperas dos desfiles no Sambódromo, uma polêmica surgiu em torno das restrições de alimentos e bebidas permitidas para o público. A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) havia estabelecido regras que limitavam a entrada a dois alimentos lacrados e bebidas em garrafas plásticas de até 500 ml, além de proibir latinhas, visando proteger […]
Às vésperas dos desfiles no Sambódromo, uma polêmica surgiu em torno das restrições de alimentos e bebidas permitidas para o público. A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) havia estabelecido regras que limitavam a entrada a dois alimentos lacrados e bebidas em garrafas plásticas de até 500 ml, além de proibir latinhas, visando proteger os patrocinadores do evento.
O prefeito Eduardo Paes (PSD) interveio nas redes sociais, afirmando que o público poderia levar “o rango que quiser”. Essa declaração gerou confusão, levando a um desentendimento entre a Liesa e a prefeitura. O presidente da liga, Gabriel David, destacou a importância do “bom senso” e explicou que as restrições são necessárias para garantir os patrocínios, fundamentais para as escolas de samba.
Após a controvérsia, uma nova lista de permissões foi divulgada, permitindo a entrada de até dois vasilhames plásticos de 500 ml com bebidas, como água, suco, refrigerante ou cerveja, e dois itens de alimentos individuais com até 500 g cada. Essa mudança busca equilibrar as necessidades do público e as exigências dos patrocinadores, visando um evento mais harmonioso.
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