O acesso ao Sambódromo da Sapucaí neste ano gerou insatisfação entre os foliões, que enfrentaram filas após anos de entrada rápida. A principal alteração foi a implementação de um sistema de reconhecimento facial, que causou atrasos, especialmente durante os horários de pico, quando muitos camarotes enviam seus convidados. Edgar Ramos, frequentador assíduo de 76 anos, […]
O acesso ao Sambódromo da Sapucaí neste ano gerou insatisfação entre os foliões, que enfrentaram filas após anos de entrada rápida. A principal alteração foi a implementação de um sistema de reconhecimento facial, que causou atrasos, especialmente durante os horários de pico, quando muitos camarotes enviam seus convidados. Edgar Ramos, frequentador assíduo de 76 anos, relatou que levou cerca de 15 minutos para entrar nas três noites de festa, destacando que a situação piorou com a nova tecnologia.
Ramos expressou sua frustração, afirmando que “sempre viemos e antigamente já entrava de primeira”. Ele sugeriu que a organização deve reconsiderar essa estratégia, já que a experiência de entrada foi significativamente afetada. No entanto, no setor 7, apesar do grande fluxo de pessoas por volta das 21h30, as filas não foram tão demoradas, indicando que a situação variou conforme o local e o horário.
Leandro Moreira, que estava estreando na Sapucaí, teve uma visão diferente sobre as queixas. Ele considerou as reclamações exageradas e, com bom humor, comentou: “Reclamar no carnaval não dá”. Essa perspectiva sugere que, para alguns, a experiência festiva ainda prevalece sobre os contratempos enfrentados na entrada.
A introdução do reconhecimento facial, embora tenha como objetivo agilizar o acesso, gerou um debate sobre sua eficácia e impacto na experiência dos foliões, que esperam um retorno à fluidez das entradas anteriores.
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