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Cemitério de Tijucas enfrenta colapso e prefeitura decreta emergência funerária

- Tijucas enfrenta crise no Cemitério Municipal, inaugurado em 1919, sem ampliação. - Estado de emergência funerária foi decretado, restando apenas uma vaga disponível. - Medidas incluem busca por terrenos e projeto de lei para ampliação em análise. - Aumento populacional de 51.592 em 2022 para 56.674 em 2024 pressiona infraestrutura. - Concessão à iniciativa privada é considerada para melhorar gestão e manutenção.

A cidade de Tijucas, em Santa Catarina, enfrenta uma crise funerária, com apenas uma vaga disponível para sepultamento no Cemitério Municipal, que atende a uma população de 56,6 mil habitantes. Em resposta à situação crítica, a prefeitura decretou estado de emergência funerária nesta quarta-feira, dia 5. O colapso na capacidade de sepultamento levou a medidas […]

A cidade de Tijucas, em Santa Catarina, enfrenta uma crise funerária, com apenas uma vaga disponível para sepultamento no Cemitério Municipal, que atende a uma população de 56,6 mil habitantes. Em resposta à situação crítica, a prefeitura decretou estado de emergência funerária nesta quarta-feira, dia 5. O colapso na capacidade de sepultamento levou a medidas emergenciais, incluindo a busca por novos terrenos e a reorganização do espaço existente.

Desde a publicação do decreto em 26 de fevereiro, a situação se agravou, resultando no encaminhamento de corpos para cemitérios privados ou de municípios vizinhos, o que gera custos adicionais para as famílias. O prefeito Maickon Campos Sgrott (PP) confirmou que a ampliação da área de sepultamento é uma das soluções em avaliação, com um projeto de lei já encaminhado à Câmara Municipal.

O Cemitério Municipal, inaugurado em 1919, possui cerca de 6.500 sepulturas, das quais 325 estão abandonadas. O crescimento populacional, que saltou de 51.592 habitantes em 2022 para 56.674 em 2024, intensificou a pressão sobre a infraestrutura funerária da cidade. A prefeitura também considera a concessão da administração do cemitério a uma empresa privada, o que poderia trazer investimentos em gestão e manutenção.

O presidente da Câmara Municipal, Cláudio Eduardo de Souza, destacou a urgência da ampliação do cemitério, um problema que já era previsto há anos. A aprovação do projeto de lei permitirá a expansão do espaço, evitando que mais famílias precisem buscar soluções improvisadas para sepultamentos.

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