Um adolescente palestino morreu em uma prisão israelense após ser detido sem acusação formal por seis meses. Walid Ahmad, que tinha apenas 17 anos, faleceu devido a desnutrição severa e complicações de saúde, conforme revelou a autópsia realizada por especialistas israelenses. O exame indicou sinais de malnutrição extrema e inflamação intestinal, além de queixas de alimentação inadequada desde dezembro.
Walid foi preso em setembro de 2024 na Cisjordânia, acusado de agressão a um soldado israelense. De acordo com a Federação Árabe-Palestina do Brasil, ele é um dos mais de 60 palestinos que morreram sob custódia israelense desde o início do conflito em Gaza, em outubro de 2023. A prisão onde ele estava é conhecida por práticas de tortura, como espancamentos e privação alimentar.
O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, informou que mais de 50 mil palestinos morreram desde o início da guerra. As condições nas prisões israelenses se deterioraram, com relatos de superlotação e falta de cuidados médicos. A prisão de Megiddo, onde Walid estava detido, é considerada uma das mais severas para prisioneiros palestinos.
A família de Walid, que o descreveu como um jovem saudável, ainda não recebeu o atestado de óbito e busca a devolução do corpo para sepultamento. O advogado da família afirmou que a falta de assistência médica e as condições de detenção contribuíram para a morte do adolescente, evidenciando a negligência médica nas prisões israelenses.
A morte de um adolescente palestino em uma prisão israelense gerou forte repercussão. Walid Ahmad, que estava detido sem acusação formal há seis meses, faleceu devido a desnutrição severa e complicações de saúde. A autópsia, realizada por especialistas israelenses, indicou sinais de malnutrição extrema e inflamação intestinal, além de queixas de alimentação inadequada desde dezembro.
Walid foi preso em setembro de 2024, na Cisjordânia, sob a acusação de agressão a um soldado israelense. A Federação Árabe-Palestina do Brasil denunciou que ele é um dos mais de 60 palestinos mortos sob custódia israelense desde o início do conflito em Gaza, em outubro de 2023. A prisão onde estava detido é conhecida por práticas de tortura, como espancamentos e privação alimentar.
O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, reporta que mais de 50 mil palestinos morreram desde o início da guerra. A situação nas prisões israelenses se agravou, com relatos de superlotação e falta de cuidados médicos. A prisão de Megiddo, onde Walid estava, é considerada uma das mais severas para detentos palestinos.
A família de Walid, que o descreveu como um jovem saudável e ativo, ainda não recebeu o atestado de óbito e busca a devolução do corpo para sepultamento. O advogado da família afirmou que as condições de detenção e a falta de assistência médica contribuíram para a morte do adolescente, evidenciando a negligência médica nas prisões israelenses.
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