Ksenia Karelina, uma mulher que tem cidadania americana e vive em Los Angeles, foi solta depois de passar mais de um ano presa na Rússia por traição. O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou que ela está voltando para casa. O presidente Donald Trump ajudou a garantir sua libertação e está trabalhando para que outros americanos detidos no exterior também sejam liberados.
Karelina foi condenada em agosto de 2023 por fazer uma doação de cerca de R$ 250,00 a uma organização que apoia a Ucrânia. Ela viajou para a Rússia em janeiro de 2024 para visitar sua família, mas sua prisão só foi revelada em fevereiro. Não está claro se sua libertação está ligada a uma troca de prisioneiros. O caso chamou a atenção mundial, especialmente por causa das tensões entre os EUA e a Rússia, que aumentaram devido à guerra na Ucrânia.
Ksenia Karelina, uma mulher russo-americana, foi libertada após cumprir mais de um ano de prisão na Rússia, onde foi condenada por traição. O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, confirmou que Karelina está a caminho dos Estados Unidos. Segundo Rubio, a libertação foi garantida pelo presidente Donald Trump, que se comprometeu a trabalhar pela liberação de todos os americanos detidos no exterior.
Karelina, que reside em Los Angeles e se tornou cidadã americana em 2021, foi condenada em agosto de 2023 após fazer uma doação de pouco mais de R$ 250,00 a uma instituição de caridade que apoia a Ucrânia. Ela viajou para a Rússia em janeiro de 2024 para visitar familiares, mas sua prisão não foi divulgada até fevereiro do mesmo ano.
A possibilidade de que a libertação de Karelina esteja ligada a uma troca de prisioneiros não foi confirmada. O caso gerou atenção internacional, especialmente considerando o contexto das tensões entre os Estados Unidos e a Rússia, exacerbadas pela guerra na Ucrânia.
A libertação de Karelina representa um desdobramento significativo nas relações entre os dois países e destaca os esforços do governo americano para proteger seus cidadãos no exterior. A situação continua a ser monitorada, à medida que mais informações sobre o caso e suas implicações podem surgir.
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