Alma Asinobi, uma criadora de conteúdo da Nigéria, tentou quebrar o recorde mundial de viagem mais rápida a todos os continentes, completando a jornada em 71 horas e 26 minutos. Embora não tenha superado o tempo de 64 horas estabelecido por um viajante americano, ela destacou as dificuldades enfrentadas por quem possui passaportes menos privilegiados. Durante a viagem, Asinobi enfrentou atrasos e problemas de visto, que complicaram seu percurso. O passaporte nigeriano ocupa a 92ª posição em um ranking que avalia a facilidade de acesso a diferentes países.
Além de sua tentativa de recorde, Asinobi coletou mais de 600 assinaturas em uma bandeira nigeriana para chamar a atenção para o “privilégio de passaporte”. Ela pretende registrar essa conquista como um recorde mundial. Asinobi também ressaltou que a questão do privilégio de passaporte vai além do turismo, afetando oportunidades profissionais e educacionais. Ela planeja continuar conversando com autoridades sobre a necessidade de melhorar as relações diplomáticas para facilitar a mobilidade de cidadãos de países em desenvolvimento.
Alma Asinobi, uma criadora de conteúdo nigeriana, tentou quebrar o recorde mundial de viagem mais rápida a todos os continentes, completando a jornada em 71 horas e 26 minutos. Apesar de não ter conseguido superar o tempo de 64 horas, estabelecido por um viajante americano em fevereiro de 2025, Asinobi destacou as dificuldades enfrentadas por portadores de passaportes menos privilegiados.
Durante a viagem, Asinobi enfrentou atrasos e problemas de visto, que dificultaram seu percurso. O passaporte nigeriano ocupa a 92ª posição em um ranking de 102 na Henley Passport Index, que avalia a facilidade de acesso a diferentes países. A criadora de conteúdo relatou que teve “acessos e opções” negados devido à sua condição de portadora de um passaporte de “baixa mobilidade”.
Além de sua tentativa de recorde, Asinobi buscou conscientizar sobre a questão do “privilégio de passaporte”, coletando mais de 600 assinaturas em uma bandeira nigeriana. Ela pretende registrar essa conquista como um recorde mundial, destacando a importância de discutir as desigualdades enfrentadas por muitos ao tentar viajar.
Asinobi enfatizou que a questão vai além do turismo, afetando oportunidades profissionais e educacionais. Ela planeja continuar suas conversas sobre o privilégio de passaporte com autoridades governamentais, defendendo melhores relações diplomáticas para facilitar a mobilidade de cidadãos de países em desenvolvimento.
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