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Safra de laranja em São Paulo e Minas Gerais atinge menor volume da história

Safra de laranja de 2024 em São Paulo e Minas é a segunda menor da história, com perdas significativas devido à seca e greening.

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A safra de laranja de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, a maior do mundo, foi de 230,87 milhões de caixas em 2024, a segunda menor da história. Isso representa uma queda de 24,85% em relação à safra anterior, que foi de 307,22 milhões de caixas. O Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) informou que a redução se deveu a condições climáticas ruins e doenças nas árvores, como o greening.

A seca afetou o crescimento das laranjas e as altas temperaturas aceleraram a maturação, levando a uma colheita antecipada. As chuvas entre maio e agosto de 2024 foram 31% menores do que o esperado, e as temperaturas ficaram de 3ºC a 4ºC acima da média. O peso médio das laranjas foi de 159 gramas, com perdas estimadas de 50 milhões de caixas, sendo que o greening causou a perda de 25 milhões de caixas. A próxima previsão para a safra e o inventário de árvores será divulgada em 9 de maio de 2025.

A safra de laranja de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, a maior do mundo, registrou 230,87 milhões de caixas em 2024, a segunda menor da história. Esse volume representa uma queda de 24,85% em relação à safra anterior, que foi de 307,22 milhões de caixas. O Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) atribui essa redução a condições climáticas adversas e doenças nas árvores, como o greening.

A seca severa impactou o desenvolvimento dos frutos, enquanto as altas temperaturas aceleraram a maturação, forçando uma colheita antecipada. A colheita ocorreu em um cenário de seca, resultando em laranjas de menor peso. O diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres, destacou que as chuvas de maio a agosto de 2024 foram 31% inferiores ao esperado, com temperaturas médias 3ºC a 4ºC acima da média histórica.

O peso médio das laranjas foi de 159 gramas, com variações entre as floradas. A taxa média de queda de frutos no cinturão citrícola foi de 17,8%, resultando em perdas estimadas de 50 milhões de caixas. O greening foi responsável por 25 milhões de caixas perdidas, enquanto pragas como o bicho-furão e as moscas-das-frutas contribuíram com 12 milhões de caixas.

A expectativa para a próxima safra e o inventário de árvores será divulgada em 9 de maio de 2025. A combinação de fatores climáticos e fitossanitários continua a desafiar a produção de laranjas na região, que é crucial para a economia local e global.

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