Sailors have been seeing a strange glowing ocean phenomenon called “milky seas” for over 400 years, especially in the Arabian Sea. Recent research has gathered more than 400 sightings into a new database, which helps scientists predict when these bioluminescent events might happen. Justin Hudson, a doctoral student at Colorado State University, leads this study and hopes the database will answer questions about the occurrence of milky seas and their ecological effects. These events can last for months and cover areas up to 100,000 square kilometers, likely caused by high levels of bioluminescent bacteria like Vibrio harveyi. The research also links milky seas to global climate events, such as the Indian Ocean Dipole and El Niño. Unlike other bioluminescent events caused by dinoflagellates, which glow blue when disturbed, milky seas emit a steady glow. Professor Steven Miller, a coauthor of the study, noted that the bacterial population reacts dramatically during these events, raising questions about their impact on marine food chains and the carbon cycle.
Sailors have reported a mysterious phenomenon known as “milky seas” for over 400 anos, especialmente no Mar Arábico. Recent research compiled mais de 400 avistamentos em um novo banco de dados, permitindo previsões sobre quando e onde esses eventos bioluminescentes podem ocorrer.
O estudante de doutorado da Colorado State University, Justin Hudson, lidera o estudo publicado na revista Earth and Space Science. Ele espera que o banco de dados ajude a responder perguntas sobre a ocorrência das milky seas e suas implicações ecológicas. “Milky seas podem ser um sinal de um ecossistema saudável ou doente,” afirmou Hudson.
Esses eventos, que podem durar meses e cobrir áreas de até 100 mil quilômetros quadrados, são causados por altas concentrações de bactérias bioluminescentes, como a Vibrio harveyi. A pesquisa também sugere que as milky seas estão relacionadas a fenômenos climáticos globais, como o Dipolo do Oceano Índico e o Oscilação Sul de El Niño.
Além disso, as milky seas diferem de outros eventos bioluminescentes, como os causados por dinoflagelados, que emitem um brilho azul ao serem perturbados. O professor Steven Miller, coautor do estudo, destacou que “a população bacteriana responde de maneira dramática” durante esses eventos, levantando questões sobre seu impacto na cadeia alimentar marinha e no ciclo do carbono.
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