Foi inaugurado o pavilhão Brasil na Expo Osaka 2025, no Japão, com a expectativa de receber mais de 10 mil visitantes por dia. O espaço, criado pela artista Bia Lessa e gerido pela ApexBrasil, tem como objetivo promover a cultura e os produtos brasileiros, além de fortalecer as relações entre Brasil e Japão. A Expo, que vai até 13 de outubro, conta com a participação de 158 países e espera atrair cerca de 28 milhões de visitantes, com o tema “Desenhar as Sociedades do Futuro para as Nossas Vidas”. Este ano é especial para o Brasil, pois marca 130 anos de relações diplomáticas com o Japão. A mineradora Vale, que apoia o pavilhão, celebra 70 anos do seu primeiro contrato com o Japão, que foi importante para sua entrada no mercado asiático, começando com um embarque de nove mil toneladas em 1955. Hoje, o Japão ainda é um importante importador da Vale, embora a China seja o maior cliente. O engenheiro Eliezer Batista, ex-presidente da Vale, teve um papel crucial na expansão da empresa no Japão, realizando 178 viagens ao país e enfrentando desafios iniciais de resistência de mercados ocidentais.
Foi inaugurado no domingo (13) o pavilhão Brasil da Expo Osaka 2025, no Japão, com expectativa de receber mais de 10 mil visitantes por dia. O espaço, criado pela artista Bia Lessa e gerido pela ApexBrasil, visa promover a cultura e os produtos brasileiros, além de fortalecer as relações entre Brasil e Japão.
A Expo, que se estende até 13 de outubro, conta com a participação de 158 países e espera atrair cerca de 28 milhões de visitantes. O tema do evento é “Desenhar as Sociedades do Futuro para as Nossas Vidas”. Para o Brasil, a participação é especialmente significativa, pois este ano marca os 130 anos de relações diplomáticas com o Japão.
A mineradora Vale, uma das apoiadoras do pavilhão, celebra setenta anos do seu primeiro contrato com o Japão, que foi crucial para sua entrada no mercado asiático. O primeiro embarque de nove mil toneladas ocorreu em 1955. Atualmente, o Japão continua a ser um importante importador da Vale, embora a China seja o maior cliente.
O engenheiro Eliezer Batista, ex-presidente da Vale, foi fundamental para a expansão da empresa no Japão, realizando 178 viagens ao país. Ele enfrentou desafios iniciais, como a resistência de mercados ocidentais que viam a recuperação da indústria do aço no Japão com desconfiança.
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