O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump, que visite a Ucrânia antes de qualquer acordo de paz com a Rússia. Ele quer que Trump veja a situação no país, incluindo os civis afetados pela guerra. Esse pedido vem após um ataque em Sumy, onde mísseis russos mataram 35 pessoas e feriram 117. A Rússia afirmou que atingiu uma reunião de militares ucranianos, mas não apresentou provas. O prefeito de Sumy pediu a renúncia de autoridades locais se elas permitiram o encontro, pois essas reuniões são alvos para os russos. Trump chamou o ataque de “terrível” e disse que a Rússia cometeu um “erro”, mas não explicou suas informações. Líderes europeus condenaram o ataque como crime de guerra. O futuro chanceler da Alemanha e o presidente da França criticaram a Rússia por desrespeitar o direito internacional e pediram ações para impor um cessar-fogo.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, solicitou ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que visite a Ucrânia antes de qualquer acordo de paz com a Rússia. Na entrevista à CBS, Zelensky pediu que Trump conhecesse a realidade do país, incluindo os civis e as consequências do conflito.
O pedido de Zelensky ocorre em meio a um ataque recente em Sumy, onde mísseis russos resultaram em 35 mortes e 117 feridos. A Rússia alegou ter atingido uma reunião de militares ucranianos, mas não apresentou provas. O prefeito de Sumy exigiu a renúncia de autoridades locais caso tenham permitido o evento, visto que reuniões com soldados são alvos prioritários.
Trump descreveu o ataque como “terrível” e afirmou que a Rússia cometeu um “erro”, mas não detalhou suas fontes de informação. A situação gerou reações de líderes europeus, que condenaram o ataque como um crime de guerra. O futuro chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e o presidente da França, Emmanuel Macron, criticaram a Rússia por seu desrespeito ao direito internacional.
Macron enfatizou a necessidade de medidas firmes para impor um cessar-fogo à Rússia e destacou que a França está trabalhando com seus parceiros para alcançar esse objetivo. A escalada do conflito e os apelos por paz refletem a complexidade da situação na região e a urgência de uma solução diplomática.
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