Robert Wirehag, um pastor e ex-jogador de futebol, organiza sessões de “futebol noturno” em Gottsunda, na Suécia, para ajudar jovens a se afastarem da criminalidade. Essas atividades acontecem todos os sábados à noite, em um momento em que a violência de gangues na região está aumentando, com um número recorde de explosões. Wirehag trabalha com jovens de 12 a 17 anos que estão em risco de serem recrutados por gangues, destacando que a falta de oportunidades e a pobreza nas áreas periféricas contribuem para o crescimento do crime. A situação é preocupante, com um aumento significativo de crimes envolvendo menores, incluindo homicídios, que triplicaram entre 2023 e 2024. As gangues usam crianças para cometer crimes, buscando evitar punições severas. Apesar dos desafios, a iniciativa de Wirehag tem mostrado resultados positivos. Participantes, como Abdulraof Alchaieb, que joga em um clube profissional, afirmam que o futebol os mantém longe do crime, ressaltando a importância do projeto na vida dos jovens da comunidade.
Robert Wirehag, pastor e ex-jogador de futebol, organiza sessões de “futebol noturno” em Gottsunda, na Suécia, para afastar jovens da criminalidade. A iniciativa ocorre todos os sábados à noite, em meio ao aumento da violência de gangues na região, que já registra um número recorde de explosões.
As atividades visam oferecer alternativas a jovens entre doze e dezessete anos, que estão em risco de recrutamento por gangues. Wirehag destaca que a falta de oportunidades e a pobreza nas áreas periféricas contribuem para o crescimento do crime. “Criminal lifestyles emerge in places where there is no money,” afirma.
A situação de violência é alarmante, com um aumento significativo de crimes envolvendo menores. Em 2024, a Swedish Prosecution Authority registrou um aumento de três vezes em casos de homicídios entre jovens. A utilização de crianças para cometer crimes é uma estratégia das gangues, que buscam evitar punições severas.
Apesar dos desafios, a iniciativa de Wirehag tem mostrado resultados positivos. Participantes como Abdulraof Alchaieb, que joga em um clube profissional, afirmam que o futebol os mantém longe do crime. “Se não tivesse o futebol, poderia ter deslizado para o crime,” diz ele, ressaltando a importância do projeto na vida dos jovens da comunidade.
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